segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eu acredito nas casualidades




nos encontros, nas passagens.
Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos. 
No que somos e nunca deixamos de ser. 
Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. 
Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz. 
Eu quero suas mãos, suas ideias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu. Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista lei. 
Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e da pra sentir. 
Quero o que mais me da vontade, e quero vontade pra prosseguir. 
Quero voar, mergulhar, morrer e matar a vontade de querer.

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